
Empate. O primeiro Grenal de 2012 acabou com o placar de 2 a 2. Inter e Grêmio se enfrentaram no Estádio Olímpico, cada um com cinco estreantes. O colorado entrou em campo com time reserva, preservando os titulares para a Libertadores. Já o dono da casa, entrou com força máxima. Com novo esquema munido de três atacantes, Caio Jr. apostou em um grupo ofensivo com Gladiador, Moreno e Leandro. No primeiro tempo até que o tricolor teve um desempenho melhor do que o rival, mas quem pensou que seria fácil, não conhece o ditado ‘Grenal é Grenal’.
O recém-contratado meia argentino, um dos estreantes no clássico, Jesús Dátolo, abriu o placar para o Inter, em um lance de sorte, após a bola desviar no zagueiro gremista Douglas Grolli. Falando em Grolli... Que fase azarada vive este jogador. Segunda partida que ele marca contra.
E se o Inter jogava com os reservas, de um ex-reserva saiu o empate gremista. Marquinhos, de volta aos titulares, marcou em uma cobrança de falta impecável. Sorte? Sim. O meia admitiu ao final da partida que tentou cruzar a bola. Sorte à parte, o jogo estava empatado.
O Grêmio ainda virou no primeiro tempo com Marcelo Moreno de pênalti, mas voltou para a etapa complementar com ritmo lento. O ataque estreante perdeu várias chances de gol. E falando em ditados, lá vai outro: Quem não faz leva. E como se fosse um dejavú, o empate colorado, saiu de outro ex-reserva. Bolívar! De volta e com a braçadeira de capitão, cabeceou certeiro após cobrança de escanteio, sem chances para Victor. Final de jogo? Empate!
Será? Para o Grêmio, teve gosto de derrota. E não pelo resultado, pois a partida não mudou a vida do tricolor na tabela, mas pode ser definitivo para o resto do Campeonato Gaúcho. As perdas dos laterais Mário Fernandes e Júlio César, por lesão, pesam muito mais para o clube do que uma derrota em um Grenal. Não posso deixar de comentar que, outra preocupação que a direção gremista deve ter é com a zaga. Os reforços Naldo e Grolli não parecem ser confiáveis. Gilberto Silva seria mais eficiente.
Encerro com uma dúvida sobre a atuação do árbitro Leandro Vuaden. Economia de cartões amarelos? Ou liberdade para os ânimos 'grenalísticos' aflorarem em campo?
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